
UMA VISÃO GERAL DA OBRA
APRESENTAÇÃO
A Grande Síntese é o “Evangelho da Ciência”, uma das mais importantes revelações para os nossos tempos, dando prosseguimento a todas as outras que nos chegaram por diversas vozes, em diversos cantos do planeta.
Escrita na linguagem do homem moderno, consegue tecer com ela um poema sinfônico de conceitos e harmonias que nos encanta a fria razão, filha do cientificismo do século vinte.
“Realizei o trabalho ingrato de restringir a grandiosa beleza do universo em termos de restrita racionalidade”.
PREPARANDO-NOS PARA O FUTURO
“Quando tiverdes visto o futuro, compreendereis a minha síntese em profundidade e a enquadrareis na história do mundo”.
“Falei ao mundo, a todos os povos, disse a verdade universal, verdadeira em todos os lugares e em todos os tempos. Valorizei o homem e a vida, dele fazendo uma construção eterna, através de todos os campos, até os mais disparatados.”
“Tudo fiz convergir para a unidade; de todo vosso disperso conhecimento humano, fiz um estreito monismo. Nesta síntese, ciência, filosofia e fé são uma só coisa. Tornei a dar-vos a paixão do bem e do infinito. A tudo o que vossa vida possa abraçar, dei uma meta: arte, direito, ética, luta, conhecimento, dor, tudo canalizei e fundi no mesmo caminho das ascensões humanas”.
FAROL DA NOVA ERA
“O homem conquistou o poder fora de si, o domínio da terra. Agora tem que conquistar o poder dentro de si, o domínio do espírito.”
“A descoberta da realidade do espírito é a maior descoberta científica que vos aguarda e revolucionará o mundo, iniciando uma nova era”.
HOMENS ILUSTRES QUE OPINARAM SOBRE A OBRA
Muitos outros seareiros da Ciência, Filosofia e Religião enalteceram esta obra monumental, entre eles:
Monteiro Lobato se refere a ela como o SEU LIVRO, a casa definitiva onde acomodar os seus sonhos.
Albert Einstein reconheceu a admirável força da linguagem e a vastidão dos assuntos tratados nela tratados.
Carlos Torres Pastorino se manifestou dizendo que ela merece ser encadernada junto com o Novo Testamento, por lhe dar perfeita seqüência.
Rubens Romanelli reconheceu sua origem supranormal.
Clóvis Tavares lhe predestinou ser o código para a humanidade de amanhã.
E Emmanuel, através da mediunidade de Chico Xavier, a caracterizou como o Evangelho da ciência, reconhecendo nela a voz do Cristo que nos fala novamente.